Monsanto

Num monte, a 758 m de altitude, na margem direita do rio Ponsul, encontra-se o castelo de Monsanto. Integra a Aldeia Histórica e domina as planícies que se estendem desde a Serra da Gardunha.
Após existência castreja, Monsanto tem ocupação visigótica do séc. V ao XI.

Em 1165, há uma tentativa de repovoamento e a doação a D. Gualdim Pais, Mestre dos Templários, por D. Afonso Henriques.

Em 1172, é doada à Ordem de Santiago e dois anos depois recebe carta de foral. Nessa data já existe o castelo. Em 1190, o foral é confirmado por D. Sancho I.

Tem uma arquitectura militar com três recintos muralhados, um recinto englobante de traçado ovalado; um outro, lateral, de traçado oblongo e o terceiro, interior, rectangular.

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Nos reinados de D. Dinis, D. Fernando e D. João I o castelo é renovado. No século XVI possuía quatro Torres, Torre de Menagem e Cisterna.

Em 1704, é cercado pelo exército franco-espanhol e libertado pelo Marquês de Minas. Na segunda metade do séc. XVIII, a cerca muralhada é reconstruída pelo conde de Lippe. Em 1853, é extinto o concelho de Monsanto.

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